domingo, 14 de dezembro de 2008

Oficina de Educomunicação


Hoje dia 10 de dezembro de 2008,teve mais uma das oficinas de Educomunicação da Supereco.
E foram montados grupos com duas pessoas para realizarmos uma Dinâmicas que nós tornávamos “Repórteres”, e foi trabalhada através do poema de Milton Nascimento que se chama Cio da terra.
Foram questionadas três perguntas,colocando a opinião do colega e por ultimo formar uma poesia ou estrofe relacionadas as questões respondidas.
E o poema que criei referente as respostas da Eliete Maria foi a seguinte:
Às vezes paro pra pensar
Como o mundo posso ajudar,
Não sei direito o que fazer,
Mas uma lição devo passar,
Amar ao próximo e a natureza respeitar.

Mutirão promove plantio de mudas nativas em Caraguatatuba.

Hoje, 4 de dezembro, o Porto Novo ganhou aproximadamente 50 árvores em uma praça do bairro, em frente à escola EMEF Aparecida Ugio. Puseram a “mão na massa” quase 100 pessoas entre o pessoal da Supereco, os alunos e professores do curso de Gestão Ambiental do Colégio Tableau, e crianças de quintas séries da escola, cada um ajudando a plantar espécies da Mata Atlântica. Dois representantes da secretaria de Meio Ambiente da prefeitura de Caraguatatuba também compareceram.
Essa ação teve bastante planejamento. No sábado, dia 28 de novembro, o agrônomo e consultor do Instituto Supereco, Roberto Bretzel, fez uma capacitação para ensinar um pouco às pessoas sobre como e o que plantar. Por exemplo, descobrimos que é preciso plantar árvores pioneiras, como o ingazeiro e a aroeira (que crescem mais rápido e fazem sombra), em volta do terreno e protegendo as chamadas secundárias (que crescem mais lentamente e dependem da sombra das plantas pioneiras). E vimos ainda que não adianta plantar qualquer árvore - depende do clima, do solo, do tamanho e do tipo de árvores, segundo a técnica de educação ambiental da Supereco, Fernanda Amate.
Agora um grupo de 10 monitores do colégio Tableau irá cuidar da área – acompanhando o desenvolvimento, observando se precisam de água ou de replantio, pois nem sempre a árvore se adapta ao lugar que ela foi plantada inicialmente. “Os três primeiros meses são os mais importantes, pois é como se a árvore fosse um bebê, ainda está se enraizando, explica a Fernanda”.
Agora, para ter continuidade vai ter que ter muita dedicação, vestir a camisa. Conseguimos plantar, e temos que cuidar de cada árvore como se fosse um filho. Vamos fotografar todas as etapas de crescimento e monitorar todo o processo.
Para mim, Marília, foi importante participar dessa ação porque eu mesma preciso disso para o futuro!

É lançada a boneca Maria Caiçara, estrela da linha de produtos caiçaras Farinha de Meia.

Fruto da parceria do CRAS-sul (Centro de Referência de Assistência Social do Porto Novo) e do projeto “Água de Beber, de Comer, de Usar e Conservar… Ciclos Contínuos”, a linha de produtos caiçaras Farinha de Meia, lançada na última quarta-feira (26), surgiu da paixão e das mãos habilidosas de membros do Grupo Arte Caiçara.
Resultado de pesquisas da cultura regional, a linha oferece vários produtos, entre os quais, a família de bonecos composta pela Maria Caiçara, seu marido e sua filha, todos com acessórios peculiares e feitos de taboa.
Durante o lançamento, estava presente uma “boneca em tamanho real”, que tomou vida através da Roseli Aparecida de Almeida, membro do grupo. “Eu sou caiçara de verdade e fui escolhida para representar minhas raízes”.
O lançamento contou com apresentação de Valdir Marino, que recitou, representou e tocou músicas. Para ele, “a existência dessa linha é importante para resgatar a cultura caiçara. As bonecas têm vestimenta simples, mas têm personalidade, assim como o caiçara”.
Recentemente, a boneca ganhou o 4º lugar na premiação do projeto Piggota, uma iniciativa do UNICEF Itália. Ela foi escolhida dentre três mil outras bonecas artesanais. Para Regina Santos, representante do CRAS-sul, “o lançamento da linha tem um ótimo sabor de conquista”.

Encontro em prol do Rio Juqueriquerê reúne 90 pessoas no Clube Ilha Morena


Cerca de 90 pessoas sensibilizadas com a conservação e recuperação do rio Juqueriquerê encontraram-se nessa quarta-feira (26) no clube Ilha Morena. Na ocasião, foi montada uma mesa redonda com o objetivo de criar um fórum de discussões permanente sobre o principal manancial de Caraguatatuba. Posteriormente, todos os presentes tiveram a oportunidade de participar do lançamento da linha de produtos caiçaras feita pelo grupo Arte Caiçara – uma iniciativa do projeto Água de Beber em parceria com o CRAS - SUL.
Cada representante deu dicas de como a comunidade pode colaborar com a recuperação do rio e frisou a importância da mobilização. ”O que nos une aqui hoje é a educação para a mobilização e a gestão participativa da bacia hidrográfica”, afirmou a coordenadora do Programa de Educação Ambiental do Coletivo Educador Lagos São João, Denise Pena.
A coordenadora do Instituto Supereco, Andrée de Ridder Vieira explicou que a atenção para a recuperação do rio vai além do que pensamos: “A bacia do Juqueriquerê é importantíssima para a região. Não só para o abastecimento, mas para as necessidades da cidade como um todo, trata-se também de desenvolvimento local”.
A mesa, mediada pela coordenadora do Instituto Supereco, contou com a participação da SABESP, Consórcio Intermunicipal Lagos São João,CRAS, SEDUC, CETESB, ONG ACAJU, Secretaria de Meio Ambiente, Grupo Ciclos Contínuos e Agenda 21.

Último dia de cobertura do Simpósio Brasileiro de Educomunicação

Hoje é o terceiro e ultimo dia do VI Simpósio Brasileiro Educomunicação.Tivemos o prazer de entrevistar o Sr. Helio Mattar - Diretor Presidente Akatu pelo Consumo Consciente, que fez um comentário sobre o que causa a emissão de gases de efeito estufa. “O maior causador deste efeito são o uso de combustíveis fosséis no transporte e energia elétrica”.O diretor da Akatu também deu algumas dicas para que as festas de fim de ano sejam especiais e, acima de tudo, conscientes.

Segundo dia do VI Simpósio Brasileiro de Educomunicação

Segundo dia do VI Simpósio Brasileiro de Educomunicação, no SESC da Vila Mariana.
Fizemos a cobertura da palestra ministrada pelo Prof. Ismar de Oliveira , coordenador do Núcleo de Comunicação e Educação - NCE/USP. Ele comentou que a educomunicação aproxima o campo de Educação Ambiental à perspectiva de uma comunicação popular, educativa, administrativa e democrática, e que o principio da Educomunicação Socioambiental é, acima de tudo, o compromisso de cada um. Veja os detalhes no vídeo. A palestra do Sr. Francisco Costa , pesquisador do DEA-SAIC -MMA, abordou os objetivos da educomunicação para as politicas de meio ambiente que, segundo ele, é estimular e difundir a comunicação popular pertencente no campo da educação ambiental brasileira com o fim de fortalecer a ação educadora chamada para a sustentabilidade.Um dos temas falados por André Trigueiro, jornalista e editor - chefe da Globo News e comentarista da rádio CBN, foi a importância do consumo consciente.” Faça bom uso , mas faça com discernimento”, disse o jornalista.
Hoje foi o primeiro dia do VI Simpósio Brasileiro de Educomunicação e representando as Oficinas de Educomunicação do Projeto Água de beber, nós - Marilia dos Santos Barreiros e Cristiane Demarchi - vamos contar nossa experiência nesse evento, que tem o objetivo de refletir sobre os desafios que o meio ambiente e sua preservação apresentam para a mídia , para o ensino e para as práticas de organizações sociais .Tivemos a oportunidade de entrevistar Veet Vivarta - Secretário Executivo da Agência de Notícias do Direito da Infância (ANDI). Perguntamos sobre a diferença entre mudanças climáticas e aquecimento global pelo fato de ser pouco divulgada na mídia, segundo a pesquisa da ANDI, 70% dos veículos de comunicação focam em aquecimento global, tendo como tema principal o efeito estufa. “Qualquer que seja o rótulo usado, é importante entender melhor este tema. Aquecimento global é o nome que se dá a fenômenos que estão elevando a temperatura média da terra em relação aos valores que tínhamos até 150 anos atrás, os cientistas dizem que em função da atividade humana aumentou muito a população do planeta e a produção de bens de consumo sofisticados, causando impacto negativo na temperatura da terra, o que não contribui com a qualidade de vida do ser humano e a sobrevivência de uma série de outras espécies. Mudanças climáticas é um tema que envolve diversas discussões , abrange uma série de outras questões: Quais as razões disso e quais os impactos e elementos que estão contribuindo para as mudanças?”.